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Bolsonaro na ONU: ‘É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade’
Geral | 24/09/2019 14:19 | Jovem Pan | Fotos: Da redao

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) abriu, nesta terça-feira (24), os discursos da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que está acontecendo neste momento em Nova York. Em sua fala, ele voltou a defender a soberania da Amazônia e atacar – em referência ao presidente da França, Emmanuel Macron – o “espírito colonialista” de países estrangeiros em relação ao Brasil. 

“Os ataques sensacionalistas que sofremos por grande parte da mídia internacional despertaram nosso sentimento patriótico. É uma falácia dizer que a Amazônia é um patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a Amazônia, a nossa floresta, é o pulmão do mundo. Valendo-se dessas falácias um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa e com espírito colonialista. Questionaram aquilo que nos é mais sagrado, a nossa soberania”, disse. 

Sem citar o nome de Macron, Bolsonaro falou sobre a polêmica em que se envolveu com o chefe de Estado, que chamou a floresta amazônia de “nossa casa” durante o encontro do G7 e sugeriu que era preciso que as nações estrangeiras intervissem no assunto. “Um deles, por ocasião do G7, ousou sugerir aplicar sanções ao Brasil sem sequer ouvir o nosso lado. Quero reafirmar minha posição de que qualquer iniciativa de apoio à Amazônia e outros biomas deve ser tratado em pleno respeito à soberania brasileira”, continuou. 

Preservação e compromisso 

Em seguida, o presidente brasileiro ressaltou que o país tem 61% do território preservado. Segundo ele, a Amazônia, que é maior do que a Europa Ocidental, está “praticamente intocada”, o que torna o Brasil “um dos países que mais protege”. Ele também ressaltou que tem “compromisso solene” com a preservação da floresta. 

 “Em primeiro lugar, meu governo tem o compromisso solene com a preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável em benefício do Brasil”, declarou, reafirmando a mata não “está sendo abatida pelo fogo, como diz mentirosamente a mídia.” 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) abriu, nesta terça-feira (24), os discursos da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que está acontecendo neste momento em Nova York. Em sua fala, ele voltou a defender a soberania da Amazônia e atacar – em referência ao presidente da França, Emmanuel Macron – o “espírito colonialista” de países estrangeiros em relação ao Brasil. 

“Os ataques sensacionalistas que sofremos por grande parte da mídia internacional despertaram nosso sentimento patriótico. É uma falácia dizer que a Amazônia é um patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a Amazônia, a nossa floresta, é o pulmão do mundo. Valendo-se dessas falácias um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa e com espírito colonialista. Questionaram aquilo que nos é mais sagrado, a nossa soberania”, disse. 

Sem citar o nome de Macron, Bolsonaro falou sobre a polêmica em que se envolveu com o chefe de Estado, que chamou a floresta amazônia de “nossa casa” durante o encontro do G7 e sugeriu que era preciso que as nações estrangeiras intervissem no assunto. “Um deles, por ocasião do G7, ousou sugerir aplicar sanções ao Brasil sem sequer ouvir o nosso lado. Quero reafirmar minha posição de que qualquer iniciativa de apoio à Amazônia e outros biomas deve ser tratado em pleno respeito à soberania brasileira”, continuou. 

Preservação e compromisso 

Em seguida, o presidente brasileiro ressaltou que o país tem 61% do território preservado. Segundo ele, a Amazônia, que é maior do que a Europa Ocidental, está “praticamente intocada”, o que torna o Brasil “um dos países que mais protege”. Ele também ressaltou que tem “compromisso solene” com a preservação da floresta. 

 “Em primeiro lugar, meu governo tem o compromisso solene com a preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável em benefício do Brasil”, declarou, reafirmando a mata não “está sendo abatida pelo fogo, como diz mentirosamente a mídia.”

 
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